O ano era 1999 e as descobertas de novos campos de hidrocarbonetos impulsionaram a Oceânica a vislumbrar um novo e promissor mercado.
Com o desafio de desenvolver soluções criativas e inovadoras para seus clientes, surgia então a Oceânica Engenharia.
O primeiro projeto da empresa, realizado há uma década, foi no Campo marítimo de Pescada/Arabaiana no litoral do Rio Grande do Norte e o trabalho consistia na fabricação e instalação de spools flangeados de 10 polegadas, além do pré-comissionamento de 10 km de dutos de 10 polegadas.
Desde essa época a Oceânica vem se destacando por realizar obras de complexidade diversas. Para Ricardo Rangel, engenheiro da Oceânica, não se chega a essa experiência com mágicas e sem sacrifícios, e sim com empenho, trabalho e determinação para manter a empresa cada dia melhor.
“Criamos ao longo desses dez anos soluções tecnológicas economicamente viáveis que nos tem proporcionado mais eficiência e competitividade no mercado offshore, propiciando a nossa participação em contratos com escopos variados”, comentou Ricardo.
De acordo com Ivan Lemos, diretor operacional da Oceânica, o grande diferencial da Companhia é acreditar na sua cultura organizacional que considera o capital humano um dos seus ativos mais valiosos. Por pensar dessa forma a Oceânica emprega recursos na formação de talentos e na especialização de seus colaboradores.
Investimentos em equipamentos e novas tecnologias também são constantes. “O planejamento do sucesso de nossos projetos começa com a experiência da força de trabalho, que é treinada constantemente para superar as expectativas dos clientes”, diz Ivan.
A qualidade da equipe sempre foi o trunfo da Oceânica. Dessa forma a empresa garantiu o sucesso em inúmeras obras realizadas durante esses dez anos, como por exemplo:
A instalação de risers de 22 polegadas na Plataforma de Garoupa, descomissionamento do campo marítimo de Caraúna/CE, a fabricação e instalação de spools flangeados de 18 polegadas no Gasoduto de Peroá/ES, a fabricação e instalação de spools flangeados de 24 polegadas no Gasoduto Manati/BA, dentre outras.
A Oceânica vem se preparando para novos trabalhos e espera completar mais uma década de sucesso. A empresa considera o pré-sal o principal desafio na atualidade. “Teremos que nos preparar para dar o apoio que a Petrobras espera de nós”, informou Ivan Lemos.
Para garantir que o objetivo seja alcançado a Oceânica está estudando novos caminhos e tecnologias que garantam a manutenção da excelência dos serviços prestados.